O centro Histórico
Diamantina é uma cidade peculiar no traçado urbano, com acentuado declive e soluções arquitectónicas características das cidades do norte de Portugal. As ruas em ladeira, pavimentadas em pedra irregular, e as construções em taipa e em madeira com uma variedade de janelas, balcões e telhados, escapam à usual construção em pedra.
As soluções arquitectónicas de Diamantina são simples, resultando de uma adaptação do universo barroco português a uma precariedade de materiais como a madeira e o barro. Uma maior riqueza decorativa foi reservada para o interior das igrejas.
Entre os principais monumentos que compõem o centro histórico de Diamantina, destacam-se as igrejas, as residências nobres, o Museu do Diamante e a Biblioteca. Entre estes, salientam-se a Igreja de Nossa do Carmo e a Igreja de São Francisco.
A Igreja de Nossa Senhora do Carmo, mandada construir na segunda metade do século XVIII, pelo desembargador e contratador de diamantes João Fernandes de Oliveira, alberga pinturas da autoria de José Soares de Araújo.